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domingo, 14 de março de 2010

Isto não é Bullying? Os meninos que provocam estas situações não são inocentinhos, sabem bem que agridem quer psicológica, quer fisicamente. Este professor foi agredido das duas formas, até que a sua auto-estima entrou em falência total. Eu sei bem o que faria para lhes tirar a vontade de continuar! Com comunicação imediata ao encarregado de educação, e penalização para o mesmo sempre que a criancinha prevaricasse: seria remédio santo. Mesmo que os papás e mamãs estrebuchassem teriam que pagar pelos disparates dos rebentinhos. Veríamos se havia ou não travão para a maioria das alarvidades.
É ver alunos fazerem porcaria desta no ensino privado!...castigados ou corridos. Sem câmaras de TV por perto! Lamentavelmente no ensino público gramam-se todas as situações, na maioria das vezes com impunidade para os alunos. Ainda não percebi bem para que é que o Ministério da Educação delegou mais competências nos Directores dos Agrupamentos de Escolas, não era necessário, uma vez que a maior parte evita tomar decisões que colidam com o cinzentismo em que gostam de estar, para se poderem recandidatar sem grandes ondas. Chama-se a isto "carreirismo" ou "carneirismo"?

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Mais valia reprovar

Porque será que gostei de ler este artigo de opinião?



Mais valia reprovar
por João Cardoso Rosas, Publicado em 27 de Agosto de 2009 no i

A abertura da escola pública a todos afastou dela as classes de maiores posses. Isto acabou por transformá-la num factor de exclusão social

O governo apresentou esta semana os números relativos às taxas de insucesso escolar em 2008/2009. Segundo os jornais, a retenção - vulgo "reprovação" - diminuiu quase para metade nos últimos quatro anos, cifrando-se agora em 7,7% no básico e em 18% no secundário. Para o primeiro-ministro, aqueles que consideram que estes resultados são um produto do facilitismo estão a insultar os professores, os alunos e as suas famílias. No entanto, os próprios professores, os alunos e as suas famílias não terão qualquer dificuldade em reconhecer que esse mesmo facilitismo se instalou, paulatinamente, no nosso sistema de ensino.O sucesso de um sistema educativo mede-se por testes internacionais que permitem a comparação entre diferentes sistemas, e não pela diminuição das taxas de reprovação. A associação do sucesso escolar à mera passagem de ano é apenas um dos muitos reflexos da ideologia que fez passar a escola de um lugar para aprender num instrumento de inclusão social. É da mais elementar honestidade admitir que a origem desta ideologia é o pensamento da esquerda e uma visão irreflectida das implicações do ideal de igualdade. No entanto, o sucesso da ideologia da escola inclusiva foi tal que ela se tornou politicamente transversal. Um dos principais responsáveis pela sua propagação no nosso sistema de ensino foi Roberto Carneiro, um político da direita conservadora e que ainda ontem veio, sem surpresa, aplaudir publicamente os resultados apresentados pelo governo. Porém, mais cedo ou mais tarde teremos de nos confrontar com a realidade: na situação a que as políticas da escola inclusiva conduziram o sistema educativo, ele deixou de ser um trampolim para os desfavorecidos pela lotaria social. Pelo contrário, a inclusividade da escola levou as classes altas e médias a trocar o sistema público pelo privado ao nível da educação pré-universitária. O resultado final deste processo é um típico efeito perverso: a transformação da escola pública, que pretendia promover a inclusão, num factor de exclusão social.
Em vez de insistirmos na desastrosa instrumentalização da escola em nome da inclusão social, devíamos defender o ideal da escola pública como "elevador social".
Felizmente, a variação genética é bastante democrática e a inteligência e os talentos tanto podem nascer na Quinta da Marinha como no Casal Ventoso. No entanto, para dar oportunidades tendencialmente iguais a quem não nasceu em berço de ouro é necessário que os mais desfavorecidos pela lotaria social tenham acesso, desde tenra idade, a uma educação vigilante, exigente e meritocrática. A adopção destes princípios teria grandes implicações: objectivos de aprendizagem mais robustos, divisão dos alunos e turmas de acordo com os ritmos de aprendizagem e até, imagine-se, a horrível ideia de que, em muitos casos, mais valia reprovar.

Professor de Teoria Política

quinta-feira, 30 de julho de 2009

koisas do ECD

Com o fechar dos cordões à bolsa, a postura de certos dirigentes sindicais radicaliza-se. Não se comparece numa reunião com o ME, por considerar que há desrespeito (ao próprio, ou à estrutura sindical?), seguidamente manda-se uma sua substituta a outra reunião, só para dizer "não". Desta forma, faz crer que é dono dos professores e pode dispôr do seu tempo para contestações permanentes, que só desgastam a classe e não conduzem a porto seguro. O malfadado ECD andou tanto tempo para ser negociado e regulamentado nalguns artigos, que deixou portas abertas para manobras invasivas. Os sindicalistas sabiam disso, mas nunca tentaram antes a sua regulamentação na íntegra. Hoje, já deveriam ter assumido que há critérios a cumprir, pelo que lhes compete negociar com base e/ou dentro desses critérios, a melhor forma de ajudar a classe docente sem a desgastar tanto. Apresentem novas ideias, negoceiem, é para isso que estão à frente de tantas estruturas sindicais, e não para gerar comportamentos sociais fraccionantes em relação aos professores, nem para criar manobras políticas que já cheiram mal.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

koisas do SPGL


Claro que é mais fácil não ir por "desrespeito" do governo e atribuir as culpas aos outros, que ir e lutar pelo que se acha justo. Não vai e, para o horário da negociação, convoca uma manif com os profs e educadores que tem por ali à mão. Enfim, se não fosse trágico, seria caricato.
É o vale tudo, neste momento mistura-se avaliação com colocações, mas o concurso não foi impugnado por irregularidades, porque será? Há situações de hoje que já foram de ontem, dos tempos de outros governos e... nada!... Hoje como ontem, os sindicatos não as resolvem e que raiva me fazem algumas coisas...Nada a fazer!...

segunda-feira, 13 de julho de 2009

koisas da sintonia...

Nós, enquanto País, estamos em permanente sintonia(?) com o Mundo.
A interacção com "nuestros hermanos", então, é privilegiada (neste caso, com todos os constrangimentos para o futuro dos nossos jovens)!...
:(

quinta-feira, 18 de junho de 2009

"Crónica dos bons malandros"

Cartoon Henrique Monteiro

Depois de convulsões
manifestações,
greves, reuniões,
suores,eleições,
titulares, avaliadores,
OI's perturbadores,
documentos maçadores,
chegam as avaliações.

Está aberta a época de caça! Para os alunos desde Maio, com as Provas de Aferição, para os profs...nem se fala!!!
Parece então que, apesar de ter sido um ano lectivo em que a avaliação docente se baseou numa burocracia sem fim, deveras desgastante para a classe, esta vê o fruto do seu trabalho devidamente reconhecido através dos bons resultados das Provas de Aferição. Pode-se então agora escrever a "Crónica dos Bons Malandros", em final de ano!...

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Provas

Hoje é um dia mais "pesado" para os alunos de 4º e 6º anos de escolaridade, com a Prova de Aferição de Língua Portuguesa. Sorte a deles, este tipo de provas não pesar na avaliação, logo, também não pesa na progressão ou retenção de cada um. Eles sabem-no bem, daí o stress não ser coisa por aí além. Se tivessem carácter eliminatório como dantes, aí...o "trauma" seria caso de psicólogos, hoje em dia!