imagem roubada daqui
Lembro-me de ouvir o meu pai contar que um tio, com um espírito de humor fora de série, a propósito de uma das muitas cheias que assolam o Pombalinho (Santarém), dizia no seu grupo de amigos:
- Dizem que a cheia só dá prejuízo, a mim só me dá lucro! Tenho um muro, preciso de o deitar abaixo, ainda tinha que pagar a uns homens, veio a cheia pregou com ele no chão; tenho uma arca meia de favas, veio a cheia, fiquei com a arca cheia de favas; tenho uns fardos de palha que qualquer "borra-botas" rouba, agora estou descansado.
E pronto, há efectivamente que acrescentar estes benefícios às cheias, para além dos que hoje se lhes reconhecem, desde que não se transformem em calamidade.
- Dizem que a cheia só dá prejuízo, a mim só me dá lucro! Tenho um muro, preciso de o deitar abaixo, ainda tinha que pagar a uns homens, veio a cheia pregou com ele no chão; tenho uma arca meia de favas, veio a cheia, fiquei com a arca cheia de favas; tenho uns fardos de palha que qualquer "borra-botas" rouba, agora estou descansado.
E pronto, há efectivamente que acrescentar estes benefícios às cheias, para além dos que hoje se lhes reconhecem, desde que não se transformem em calamidade.





