segunda-feira, 8 de março de 2010

Liberdade de expressão


Liberdade de expressão para os jornalistas é falarem do que querem, quando querem; saberem onde pára a escória e calarem as fontes; publicarem todas as notícias desde que as achem estrondosas; julgarem qualquer cidadão na praça pública antes que os tribunais o façam; jogarem por antecipação, não olhando a meios para atingirem os seus fins: 1º - venda; 2º - notoriedade para si próprios; 3º - notoriedade para o seu pasquim.
Quando começam a ficar mais conhecidos tornam-se tão "finos" tão "bem", que até se constituem "comissões" no Parlamento para serem ouvidos pelos deputados. Eles lá comparecem, com um ar de snobismo e de arrogância, próprios de quem sabe que os deputados estão na palminha da sua mão, pensando: "ai daquele que estiver contra mim, há-de passar o resto da vida a catar votos!". E os srs deputados sabem-no claramente. Isso não é coação do 4º poder sobre o 2º???
Por isso é que os deputados, coitaaados, ouvem chamar-lhes racistas e ficam na mesma por lá a ouvir, a ouvir...

domingo, 7 de março de 2010

Do contra!...


Os sindicatos, por norma, são do contra. Como tal, sempre que um governo (seja ele qual for) avança com uma proposta, são contra, ponto final parágrafo.
Penso que, se um representante de cada sindicato da função pública estiver sentado na sala onde são tratados os dados fornecidos pelos respectivos serviços e referentes aos trabalhadores que estão em greve, poderiam cruzá-los com as suas próprias informações e, isso sim, seria transparência. O que é que esse acto de presença física numa sala de tratamento de dados tem a ver com a liberdade de cada associação sindical???
Com esta posição de negação só contribuem para manter a opacidade na discrepância dos números. Isso serve para enganar quem? Há cedências que sendo benéficas, nada têm a ver com a liberdade das organizações sindicais e, há anos que este torpor da numeralogia se arrasta entre governo e sindicatos. Sempre que há uma greve, lá diz o povo: - "Deixa cá ver o que é que aqueles gajos dizem, é sempre muito acima do governo". Isto é credibilização?

É fim-de-semana...

...altura em que há mais tempo para a música. Esta fica rapidamente no ouvido. Excelente fim-de-semana para todos os que por aqui passarem.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Oh pá!...

Uma sugestão: usem cabeleireiros eunucos!... Cambada de radicais que se assumem como sexo dominante, como os machos irracionais na selva. As mulheres estão proibidas de tudo, mas eles não estão proibidos de se cumprimentarem com beijos, de andarem uns com os outros por todo o lado, de passearem de mão dada se for preciso, de se cumprimentarem com uma palmada no traseiro. Afirmam que a homossexualidade é proibida, mas não se ouve falar de homens mortos por lapidação. Corja de hipócritas!...

quarta-feira, 3 de março de 2010

Pode-se?...


Pode-se, publicamente, acusar alguém sem provas? Pode-se pôr o dedo acusatório em riste, sem se dizer: eu sei porque vi ou, eu sei porque tenho provas? Independentemente das razões ou doenças que a fazem padecer, parece-me que foi isto que a D. Boca Guedes fez hoje, em êxtase para as câmaras que não tinha por sua conta há uns largos meses. E perante tão ilustres figuras que estão a ser pagos por todos nós, para estarem ali a ouvir as suas baboseiras. Ao afirmar que uma inspectora da PJ, identificando-a, é permeável a telefonemas seja de quem for, das duas uma: ou a pôs sob escuta (ilegalmente), ou baseia-se no diz-que-disse, o que por sua vez também não tem nada de legal. António Vitorino foi igualmente chamado à "guerra", resta ver a atenção que ele dispensa às "bocas" da dama. Logo após, a direcção da TVI veio afirmar que as declarações da D. Boca são falsas. Até a sua estação está a ser "madrasta", embora acreditemos que por lá andem todos fartinhos das influências e pressões (também, porque não?)do clã Moniz.

Resultado do arrazoado: A inspectora vai pô-la em tribunal, António Vitorino não se sabe, mas cá p'ra mim devia fazer o mesmo, para ver se a dama aprendia a meter o trapo encarnado dentro daquela tããão grande caixa d'uma vez por todas.

E aqui estou outra vez a falar dest' aventesma!!!...
:(

Xenófobos?...

in Templário

Quem? Penso que não são os indígenas deste País, sim algumas minorias que não se adaptam e até rejeitam as regras sociais das maiorias. Marcação cerrada da polícia e muito bem, para sentirem que, tal como os outros cidadãos, estão sujeitos às regras vigentes.
E não é que, por acaso, vi esta gentinha chegar ao parque de campismo de Tomar sob vigilância policial?...

terça-feira, 2 de março de 2010

Domesticar "O Jumento"? Bah!...


Andam a tentar domesticar "O Jumento"! O melhor qu'ele tem a fazer é continuar a escoicinhar, borrifar-se no 4º poder (que na minha perspectiva já é 1º), e no anormal do jornalista do "i" que publicou tão abjecto artigo. O 4º poder neste momento é juíz, júri e jurado, servindo-se da liberdade para, de forma aberrante, partir para a devassa do foro privado de cada cidadão na praça pública. Jornalismo mesquinho, vazio, oco, canalha, que faz notícias à revelia da paz e do sossego dos cidadãos. O "i" não tem director? possivelmente anda em campanha pelo País com o Crespo, Boca Guedes e restante comitiva de lobos a uivar à Lua, sedentos de sangue das vítimas incautas.
Hoje um amigo perguntava à filhota de 2 aninhos:
- "O que é que as galinhas da avó ... fazem no galinheiro?"
- "Meda", respondeu a fofa.
Poderia aplicar-se a mesma pergunta a muitos jornalistas:
- O que faz a maioria dos jornalistas nas respectivas redacções?
- Muita "meda"!... Uns são pagos para a fazerem, outros...recebem dinheiro! Diferenças???
PS: Não linko o "i".