quinta-feira, 13 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Dia de Portugal....
imagem "roubada" da net
Comemora-se hoje o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas (o desgoverno deixou ficar este feriado, vá lá saber-se porquê!!!...). Decidiu-se (quero lá saber quem!) comemorá-lo em Elvas, o que para mim é indiferente, embora ache que é uma cidade que merece ser palco do evento, uma vez que foi considerada Património Mundial da Humanidade a 30 de Junho de 2012. Como ía discorrendo, a vidinha vai boa (para alguns, sempre os mesmos!) e "as festas" começaram de véspera, com um discurso de caca daquele que usa um nariz vermelho (e mais não posso dizer!), que "ofereceu" também um jantar a todo o "corpo diplomático", esses coitados que não jantariam se não fosse o povo a pagar-lho, tipo "sopa dos pobres". São estas patranhas que desprestigiam os governantes, ao agirem como nos tempos da monarquia, em que a corte se divertia e o povo trabalhava para sustentá-la. Como então, escravizam o povo, ignoram os seus males e continuam com estas lautas comemorações como se não houvesse fome nem miséria. Antes da verborreia do que diz que me representa, mas a quem não passei procuração, discursou o presidente do Município Elvense afirmando que “Milhões de portugueses vivem um presente muito complicado, no limiar da fome e da pobreza, ou abaixo desse nível, que nos deve envergonhar", pelo que, depois de ter ouvido (e lido!) estas palavras, todas as tentativas de fazer passar qualquer mensagem diferente mais não serão que discursos para adormecer papalvos.
Se isto foi a véspera, imagine-se as ladaínhas e os protagonistas de hoje!!!... Como Portuguesa e por respeito para comigo própria, recuso-me a ouvir os oradores de serviço, que mais não serão que os aldrabões e os miguéis de vasconcelos do costume. Se houver alterações de protagonistas e/ou de ali babás, saberei pelos media, no entanto, seria um dia excelente para........
Se isto foi a véspera, imagine-se as ladaínhas e os protagonistas de hoje!!!... Como Portuguesa e por respeito para comigo própria, recuso-me a ouvir os oradores de serviço, que mais não serão que os aldrabões e os miguéis de vasconcelos do costume. Se houver alterações de protagonistas e/ou de ali babás, saberei pelos media, no entanto, seria um dia excelente para........
Tenham um bom feriado!....
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Caridadezinha....
Embora a srª Jonet tenha afirmado em Dezembro de 2012 ao jornal "i" que:
"Sou mais adepta da caridade do que da solidariedade social".
Claro que sim, tal como o desgoverno!!!...
Fui uma das pessoas que contribuíram para este circo de caridadezinha que se realiza com uma periodicidade cada vez mais curta neste país. Como se a caridade acontecesse por todas as boas razões que levam os cidadãos a serem caritativos. Como se o facto de aumentar a cada dia o número de pessoas a necessitarem de ajuda alimentar (e não só!), fosse uma dádiva que deve ser consolidada através dos donativos e boa vontade dos cidadãos. Foi a maior "colheita" de sempre, segundo rezam os media, porque todos sabemos que a maioria de nós não está bem. Por outro lado, e daí a minha "danação", foi também uma das maiores colheitas para os donos das grandes superfícies, esses sim! gente "prestativa", que "gentilmente" tem o cuidado de montar exposições de produtos específicos para o dia, embora sem custos inferiores. É também um dia lucrativo para o Estado que arrecada o imposto directo que todos pagamos - IVA. Assim, aquilo que para uns é caridadezinha, para outros (sempre os mesmos, os protegidos!) é mais uma oportunidade de aumentarem largamente os seus proventos, sem qualquer retorno social - ainda hoje estive mais de 15m numa fila de "caixa expresso" de uma dessas superfícies, à espera de pagar. Mais caixas abertas? Bah!...isso custa-lhes dinheiro!...(Jurei para comigo que para a próxima ficam lá as compras e vem a pág. de cópia do livro amarelo).
Cada dia em que se abre mais uma porta para alimentar gente necessitada, esta é publicitada como se de uma vitória se tratasse, a caridadezinha é encarada como uma dádiva, em vez uma regressão nos direitos ao trabalho, ao subsídio de desemprego, à pensão de reforma, ao salário a que se teria direito se não se fosse escravizado, enfim, aos cortes nos direitos e ao aumento da humilhação. Por trás dos panos, são as políticas da bandidagem que nos desgoverna a promover esta caridadezinha "abençoada" que tanto nos comove!!!...
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sábado, 1 de junho de 2013
Mais uma manif...
Comício
(A insatisfação dos pombos!...)
Este é do SIS!...
(Anda a espiolhar por entre as mesas.)
Esta é guarda-costas.
(Aproximem-se, mas não provoquem!...)
Em ON....
... depois de uns dias de descanso, no retiro do costume.
Quase parece uma praia tropical
em dia de vendaval.
Esta formação rochosa, não sei como se aguenta
com a tareia diária do mar.
Uma estrada rumo ao mar.
Passando mesmo à beirinha do precipício.
Uffff!!!...
segunda-feira, 20 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
OS NAZIS....
...preparam-se para atacar novamente os aposentados, depois da CES e de, na vida activa lhes terem "rapado" o que podiam em impostos, contribuições, estagnações, rapinanços e sabe-se lá mais o quê!...
A propósito da agressividade que têm usado para com estes cidadãos que consideram "descartáveis", aqui fica a transcrição da carta aberta que António Figueiredo e Silva enviou ao (fedelho estúpido)deputado do PSD António Peixoto, depois deste ter chamado "peste grisalha" aos aposentados. Sem mais palavras, porque a carta diz tudo.
"Exmo sr.
António Carlos Sousa Gomes da Silva Peixoto
Por tardio não peca.
Eu sou um trazedor da peste grisalha cuja endemia o seu partido se tem empenhado em expurgar, através do Ministério da Saúde e outros “valorosos” meios ao seu alcance, todavia algo tenho para lhe dizer.
A dimensão do nome que o titula como cidadão deve ser inversamente proporcional à inteligência – se ela existe – que o faz blaterar descarada e ostensivamente, composições sonoras que irritam os tímpanos do mais recatado português.
Face às clavas da revolta que me flagelam, era motivo para isso, no entanto, vou fazer o possível para não atingir o cume da parvoíce que foi suplantado por si, como deputado do PSD e afecto à governação, sr. Carlos Peixoto, quando ao defecar que “a nossa pátria foi contaminada com a já conhecida peste grisalha”, se esqueceu do papel higiénico para limpar o estoma e de dois dedos de testa para aferir a sua inteligência.
A figura triste que fez, cuja imbecilidade latente o forçou à encenação de uma triste figura, certamente que para além de pouca educação e civismo que demonstrou, deve ter ciliciado bem as partes mais sensíveis de muitos portugueses, inclusivamente aqueles que deram origem à sua existência – se é que os conhece. Já me apraz pensar, caro sr., que também haja granjeado, porém à custa da peste grisalha, um oco canudo, segundo os cânones do método bolonhês. Só pode ter sido isso.
Ainda estou para saber como é que um homolitus de tão refinado calibre conseguiu entrar no círculo governativo. Os “intelectuais” que o escolheram deviam andar atrapalhados no meio do deserto onde o sol torra, a sede aperta a miragem engana e até um dromedário parece gente.
É por isso que este país anda em crónica claudicação e por este andar, não tarda muito, ficará entrevado.
Sabe sr. Carlos Peixoto, quando uma pessoa que se preze está em posição cimeira, deve pensar, medir e pesar muito bem a massa específica das “sentenças”, ou dos grunhidos, - segundo a capacidade genética e intelectual de cada um - que vai bolçar cá para fora. É que, milhares pessoas de apurados sentidos não apreciam o cheiro pestilento do vomitado, como o sr. também sente um asco sem sentido e doentio, à peste grisalha. Pode estar errado, mas está no seu direito… ainda que torto.
Pela parte que me toca, essa maleita não o deve molestar muito, porque já sou portador de uma tonsura bastante avantajada, no entanto, para que o sr. não venha a sofrer dessa moléstia, é meu desejo que não chegue a ser contaminado pelo vírus da peste grisalha e vá andando antes de atingir esse limite e ficar sujeito a ouvir bacoradas iguais ou de carácter mais acintoso do que aquelas que preteritamente narrou como um “grande”, porém falhado “artista”.
E mais devo dizer-lhe: quando num cesto de maçãs uma está podre, essa deve ser banida, quando não, infecta as restantes; se isso não suceder, creio que o partido de que faz parte, o PSD, irá por certo sofrer graves consequências decorrentes da peste grisalha na época da colheita eleitoral. Pode contar comigo para a poda.
Por tardio não peca.
Eu sou um trazedor da peste grisalha cuja endemia o seu partido se tem empenhado em expurgar, através do Ministério da Saúde e outros “valorosos” meios ao seu alcance, todavia algo tenho para lhe dizer.
A dimensão do nome que o titula como cidadão deve ser inversamente proporcional à inteligência – se ela existe – que o faz blaterar descarada e ostensivamente, composições sonoras que irritam os tímpanos do mais recatado português.
Face às clavas da revolta que me flagelam, era motivo para isso, no entanto, vou fazer o possível para não atingir o cume da parvoíce que foi suplantado por si, como deputado do PSD e afecto à governação, sr. Carlos Peixoto, quando ao defecar que “a nossa pátria foi contaminada com a já conhecida peste grisalha”, se esqueceu do papel higiénico para limpar o estoma e de dois dedos de testa para aferir a sua inteligência.
A figura triste que fez, cuja imbecilidade latente o forçou à encenação de uma triste figura, certamente que para além de pouca educação e civismo que demonstrou, deve ter ciliciado bem as partes mais sensíveis de muitos portugueses, inclusivamente aqueles que deram origem à sua existência – se é que os conhece. Já me apraz pensar, caro sr., que também haja granjeado, porém à custa da peste grisalha, um oco canudo, segundo os cânones do método bolonhês. Só pode ter sido isso.
Ainda estou para saber como é que um homolitus de tão refinado calibre conseguiu entrar no círculo governativo. Os “intelectuais” que o escolheram deviam andar atrapalhados no meio do deserto onde o sol torra, a sede aperta a miragem engana e até um dromedário parece gente.
É por isso que este país anda em crónica claudicação e por este andar, não tarda muito, ficará entrevado.
Sabe sr. Carlos Peixoto, quando uma pessoa que se preze está em posição cimeira, deve pensar, medir e pesar muito bem a massa específica das “sentenças”, ou dos grunhidos, - segundo a capacidade genética e intelectual de cada um - que vai bolçar cá para fora. É que, milhares pessoas de apurados sentidos não apreciam o cheiro pestilento do vomitado, como o sr. também sente um asco sem sentido e doentio, à peste grisalha. Pode estar errado, mas está no seu direito… ainda que torto.
Pela parte que me toca, essa maleita não o deve molestar muito, porque já sou portador de uma tonsura bastante avantajada, no entanto, para que o sr. não venha a sofrer dessa moléstia, é meu desejo que não chegue a ser contaminado pelo vírus da peste grisalha e vá andando antes de atingir esse limite e ficar sujeito a ouvir bacoradas iguais ou de carácter mais acintoso do que aquelas que preteritamente narrou como um “grande”, porém falhado “artista”.
E mais devo dizer-lhe: quando num cesto de maçãs uma está podre, essa deve ser banida, quando não, infecta as restantes; se isso não suceder, creio que o partido de que faz parte, o PSD, irá por certo sofrer graves consequências decorrentes da peste grisalha na época da colheita eleitoral. Pode contar comigo para a poda.
Atentamente.
António Figueiredo e SilvaCoimbra, 28/04/2013 "
António Figueiredo e SilvaCoimbra, 28/04/2013 "
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