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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Repuxo...

...num recanto calmo.



 

terça-feira, 16 de julho de 2013

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Teimosia, ignorância ou estupidez natural?....

Há gentinha que, apesar de verem os locais sinalizados como zona de derrocada, por teimosia, ignorância ou estupidez natural, continuam a tomar os seus banhos de sol sobre pedras que fazem parte de arribas instáveis. Parecem formigas em contraste com a grandiosodade da Natureza. Faz-me cá uma aflição!.....

 
 Parecem formigas!...
 

Um cogumelo...

...de nuvens sobre o mar num dia queeente e espectacular, obrigando os nadadores salvadores a fazerem vigilância "com os pés de molho". Levantou por volta das 16h.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Um dos suicídas...


Durante a tarde, enquanto aproveitava para tomar um banhinho de sol no sossego da "frenteira" aqui do estaminé, apanhei o raio de um pardal suicida umas quatro vezes, repondo-o no ninho. O gajo, já com o corpo coberto de penas e uns pelitos no ar ao meio da cabeça, tipo punk, lá aterrar, aterrava, mas não levantava voo, nem tinha grande força nas pernas. Piou toda a santa tarde a testar-me a paciência que é coisa que já escasseia mas, como não o percebia, dei-lhe água, tentei dar-lhe umas migalhitas de pão que o finório rejeitou, e desisti de o pôr no conforto do ninho, até porque me lembrei que o ministro Relvas desaconselha este tipo de super protecção. Assim, ao fim da tarde deixei-o no chão, à sombra, pensando que o gajo queria treinar o voo, e lá fui dar uma volta. Quando cheguei, ainda o lorpa estava no mesmo sítio onde o tinha deixado, continuando no seu piar aflitivo. Toca de agarrá-lo e enfiá-lo no ninho mais uma vez, que a noite estava a chegar. Ainda continuou a sinfonia durante mais um bocado mas desistiu, não sei se por cansaço, se por sono. Amanhã vou espreitar para ver o que aconteceu ao bichito. Nem o raio da pardalada me deixa em sossego! Arre!!!...

Dão-me música....

Junto ao meu "T 0":)) virado para o mar existe esta árvore que não sei o que é, e por sinal só dá sombra quando não deve, isto é, logo de manhã quando ainda não preciso dela para me proteger do calor.


Neste arvoredo há um ninho de pardalitos que adormecem cedíssimo, mas também acordam cedo demais para o meu gosto. Hoje de manhã, um vizinho andou a apanhar uns quantos tontecos que cairam do ninho (devem pressentir a crise e entraram em depressão, com espírito suicida!). Espero que a mãe não se importe muito e continue a alimentá-los.


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Ufa!!!

Até qu'enfim só!...
Uns dias de descanso após uma empreitada. Pouquinhos, qu'isto de maus hábitos é proibido, principalmente para os mais velhos, há que não deixar os músculos ficarem flácidos!
:))

segunda-feira, 12 de março de 2012

Passeata...

por Santiago de Compostela.



segunda-feira, 18 de julho de 2011

Nau dos Corvos

A rocha que vou espreitar com frequência, sempre que estou por perto. Talvez pelo nome, talvez por fétiche, talvez porque é a parte visível do istmo subaquático que liga Portugal à Berlenga, talvez porque me faz lembrar uma grande ave que domina o oceano, talvez....sei lá porquê?! Porque gosto dela! E porque como o próprio nome indica, neste dia nublado dava abrigo aos seus habitantes usuais: os corvos, que se podem ver ao abrir cada imagem.



fotos: me
(clicar para abrir as imagens)

Aqui, num desses espaços....

...onde a terra acaba e o mar começa, está a Papôa. A erosão é constante, mas é um cabo cuja beleza desperta a curiosidade e o espírito de aventura. Em dia cinzento e ventoso, confesso que a curiosidade falou mais alto e despertou esse famoso espírito.





fotos: me
(clicar para abrir imagens)
(na imagem inicial é de valorizar só a 1ª palavra- LOL)

domingo, 17 de julho de 2011

A nascente...

... dos meus encantos. Aqui onde estou a passar uns dias de férias, fico encantada sempre que passo pela Nascente de S. Pedro. A água a sair da rocha para requinte de quem nela descansa o olhar, é uma benesse da Natureza.


fotos: me
(Clicar para abrir imagens)

sábado, 30 de abril de 2011

Arpão

in expresso


Chegou hoje a Portugal proveniente da Alemanha mais um arpoada na economia nacional, o segundo submarino de seu ilustre nome "Arpão", de dois que nos custam(ram) cerca de mil milhões de euros. Quem foi que fez este excelente negócio, e que agora esconde a mão atrás das costas, quem foi? São todos muito sérios, quando não se estão a rir, claro. Ah! E todos se têm preocupado imeeenso em contribuir para o bem estar dos tugas, agora qualquer um já pode ir passar umas repousadas férias de submarino, para o FMI não se aperceber que temos uns tempitos de lazer para gozar.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Bilros

A renda de Bilros foi trazido para cá pelos chineses, só pode! Que paciência!!!...


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O-xico-espertismo-dos-tugas!...




Nos Açores, turistas que estavam debaixo duma arriba em perigo e devidamente sinalizada foram multados, por cá quem de direito faz vista grossa, ou não se quer incomodar. A procura do bem estar para os ossos (praia da Consolação), muitas vezes traz problemas.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Férias III

Um Forte com muita história, lindo por dentro e por fora: o Forte de Peniche.



A cidadela do Forte iniciou-se em 1557 e ficou concluída em 1570, reinado de D. Sebastião.
Em 1580, um exército inglês de doze mil homens desembarcou na Baía de Peniche com a missão de auxiliar as pretensões do regente do reino, D. António, prior do Crato e com o objectivo de tomar Lisboa, que já se encontrava sob o domínio espanhol. Este exército britânico encontrou forte oposição nas cercanias da capital, o que os levou a retirar sem glória, reembarcando em Cascais para terras de Isabel I. Deste modo, Portugal foi abandonado pelos seus britânicos "amigos de Peniche".

Foi restaurado ao longo da sua existência, concluído definitivamente em 1645 mas, não serviu só de fortaleza, servia também de calabouço. Aqui está um parlatório (do séc. XX,claro!), do tempo em que no forte estiveram presos de "outras guerras". Não há acesso às masmorras que na maré cheia faziam com que os presos ficassem com água (gélida!) até ao pescoço.
Muito bom (hoje) passar aqui por dentro, para que as memórias não ousem esquecer a escuridão de 40 anos, terminada na década de 70.