terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Os idiotas e a descendência....


os idiotas
O povo costuma dizer que "rei morto, rei posto", o pior é quando o rei é execrável e deixa descendência. O que Hitler não conseguiu pela força, está a Alemanha agora a esforçar-se por conseguir através do controlo económico. Os que sofreram com aquela corja, que invadiram, desalojaram, deportaram, expoliaram, assassinaram massivamente, etc. etc., são agora ameaçados de terem que os gramar a governar o seu território, sob pena de não receberem qualquer nova ajuda económica comparticipada por aquele país, como é o caso da Grécia, tendo surgido daqueles idiotas a seguinte proposta: “a transferir a soberania nacional para a União Europeia, em matéria de orçamento, durante algum tempo” e que “um novo comissário do orçamento nomeado pelo eurogrupo ajudará a implementar reformas”. “O comissário terá largas competências sobre a despesa pública e um direito de veto contra decisões orçamentais que não estejam em linha com os objectivos orçamentais e a regra de dar total prioridade ao serviço da dívida”.
Como se toda a Europa não os tivesse ajudado quando precisaram. Como se, apesar dessa ajuda, tivessem declarado ao mundo todo o espólio com que ficaram do que foi roubado durante as invasões, quem usufruiu dele, onde foi parar ou o que lucraram com ele. Enfim, estamos "metidos" numa europa de memória curta, com governantes seguidistas, sem ideais e sem ideias, sem memória, sem brio e sem orgulho. Como estamos na calha e PPC está a ver as barbas de molho, manifestou-se contra esta hipótese...porque as políticas adoptadas por cá são a cópia do que se passa pela Grécia: a inteligência não deu para mais!!!....

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O lápis azul...


Ora aqui estão testemunhos que são a  prova do que tenho vindo a afirmar nos últimos tempos: este governo que tem como porta-voz o excelso ministro Miguel Relvas (que tem vindo, assim, a proteger a imagem de PPC), quer controlar o fluxo de informação e não só, também o que pensam e escrevem os comentadores e jornalistas em geral, directamente ou através das entidades patronais de cada publicação, se não, veja-se a informação limitada e/ou gloriosa, as hosanas, que prestam a este governo que tem destruído o estado social, tem promovido o esclavagismo na generalidade, e enriquecido os do clã, com especial cuidado para os seus barões que, por serem mais velhos necessitam de cuidados redobrados, não se lembrem eles de levantar demais a voz!... enfim, aquele que dizia que o PEC IV penalizava fortemente os cidadãos, agora esfola-os em vida e enquanto é tempo, para não os deixar chegar à velhice e não se tornarem pesados para o estado. E a maioria dos jornalistas tem de comer e calar, sob pena de irem para o desemprego, ou para o desterro, como foram mandados os jovens quadros. É a ditadura de quem dizia que o anterior PM tinha um poder tentacular sobre os media etc. coisa e tal!... agora, conclui-se que afinal era a sede de poder a falar mais alto!...Corja!.....

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Os media e o acordo ortográfico

leitores de jornais

Nestes últimos tempos tem-me andado a irritar a porcaria do novo(?) acordo ortográfico e o que cada um, em especial os media, têm andado a fazer com o dito. Não que seja do contra, embora entenda que este poderia ter regras ligeiramente digerentes, mas isso sou eu a achar....
Diz o acordo o seguinte quanto à omissão do "c", com base nas sequências consonânticas:

BASE IV: DAS SEQUÊNCIAS CONSONÂNTICAS

1. O c, com valor de oclusiva velar, das sequências interiores cc (segundo c com valor de sibilante), cç e ct, e o p das sequências interiores pc (c com valor de sibilante), pç e pt, ora se conservam, ora se eliminam.
Assim:
a) Conservam-se nos casos em que são invariavelmente proferidos nas pronúncias cultas da língua: compacto, convicção, convicto, ficção, friccionar, pacto, pictural; adepto, apto, díptico, erupção, eucalipto, inepto, núpcias, rapto...;
b) Eliminam-se nos casos em que são invariavelmente mudos nas pronúncias cultas da língua: ação, acionar, afetivo, aflição, aflito, ato, coleção, coletivo, direção, diretor, exato, objeção; adoção, adotar, batizar, Egito, ótimo;

Nesta notícia "Cerca de 40 espetadores abandonaram concerto de Jorge Palma em Leiria",  fico irritada e defraudada. Primeiro com a redacção da palavra "espetador" que tem uma sinonímia completamente diferente sem o raio do "c" antes do "t", não devendo, pois, ser contemplada a queda da consoante. A irritação provém do facto de, não sendo a primeira vez que vejo o  raio  do "espetador" escrito nos media referindo-se ao "espectador", ignorando estes a sua função didáctica junto do grande público, na promoção da correcção ortográfica, levando-me a crer que  adaptaram e não adoptaram o acordo.
Fico defraudada, porque é triste saber que, ao fim de tantos anos de carreira, Jorge Palma não respeitou o público que lhe proporciona reconhecimento e sustento.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Vamos deixar de andar de tanga!...


Ora aqui está uma notícia animadora: pelo menos nós, as mulheres, vamos deixar de andar de tanga, quanto aos homens....logo  se vê, ou ouviremos dizer!....
; ))

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O Miserável


Depois de, na véspera, Cavaco Silva se ter vindo lamentar publicamente, afirmando que a sua "magra" reforma não chega para as despesas (será por ter de pagar renda, água, luz, gás, net ou TDT de Belém?), ultrajando a maioria do povo português cujos rendimentos ficam, certamente, bastante mais aquém, o PR foi fortemente vaiado em Guimarães no passado sábado, aquando da cerimónia inaugural de "Guimarães Capital Europeia da Cultura". Pode ser que assim perceba que o povo não anda adormecido, nem gosta de falsos melodramas. Faça um favor ao povo com o qual goza, sr. PR: demita-se!!!!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O papagaio de serviço!...


imagem devidamente identificada
Portugal é, ultimamente, um país fazedor de políticos "à la minute" e, mais grave ainda, daqueles que são como o veneno: por onde passam matam ou corroem irreversivelmente.
Hoje, no telejornal da RTP1, pelas 20h 14m, a propósito do pedido de fiscalização do OE 2012, ouvi um desses corrosivos que nunca esperou ter tamanho protagonismo em tão pouco tempo, aquele que diz que é preciso controlaro o fluxo informativo etc. e tal, entre outras, vomitar a seguinte verborreia: "...não deveriam ser criados factores de clivagem entre os portugueses...". Pois, também concordo, mas não pela mesma razão que este fulano, isto é, os factores de clivagem foram criados em primeira instância por quem não cumpre a Constituição da República e por quem, apesar de ser o garante da mesma, e de reconhecer publicamente que há itens inconstituicionais neste orçamento o promulga. O sr Relvas é, infelizmente, o totalitarista de serviço aos media e.....

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Toupeiras?....


Num país normal, haveria cruzamento de dados e, assim sendo, a situação laboral dos emigrantes ilegais a trabalharem por cá seria normalizada com alguma brevidade. Mas não, o estado abotoa-se com os seus impostos (sempre são mais uns cobres que entram para os cofres do fisco), não se importando com a situação de ilegalidade de umas quantas milhares de almas. Se o desemprego bater à porta desta gente, depois de se abotoar com os descontos dos visados, que fará a Segurança Social? tem em conta os descontos efectuados, ou nega-lhes o subsídio de desemprego dada a sua situação de ilegais? Caso bicudo este, para quem, permanecendo em território português, cumpre a sua legislação laboral. Penso qu'isto (segundo rumores que já ouvi...) traz água no bico. Esta gente sabe claramente como funciona por cá a política dos subsídios.......