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domingo, 1 de março de 2015

Os invertebrados...

                                                               os siameses ibéricos
Durante o período de inactividade deste blogue, aconteceram eleições na Grécia. Pelo cansaço do povo, nasceu uma coligação essencialmente de esquerda que tem vindo a procurar/negociar junto de Bruxelas melhores condições para o pagamento da dívida. Lá como cá, a verdade é que a crise foi declarada para salvar os bancos e "distintos" traseiros dos seus donos. Aqui, apesar do beneplácito do desgoverno, dum PR amorfo e dum presidente do BP pouco vigilante ou pouco cooperante com os pequenos depositantes, um banco não se safou. Só o banco, porque os gestores, esses estão na maior. Nada a que não tenhamos já assistido no caso do BPN, precisamente com a mesma laia de privilegiados... 
Voltando à Grécia, as negociações com Bruxelas foram duras para conseguirem um apoio económico durante mais 4 meses, ganhando tempo para definirem claramente objectivos e estratégias. O que chocou quem por cá também está atolado em medidas austeritárias e continua a penar com falta de emprego, baixos salários, negação de apoios sociais, fome, falências e sucessivos roubos em vencimentos e pensões de reforma (que durante uns escassos meses serão aliviados graças às eleições que se avizinham), foi o facto da ministra das finanças (e respectivo cu-mandante!), juntamente com os homólogo espanhol, fazerem um pacto com quem nos aperta o garrote - a Alemanha, dificultando a vida ao novo governo grego. Por cá os vassalos ibéricos de Wolfgang Schauble bem o negaram, mas o seu acto de "caridadezinha" foi, e muito bem, posto a nú por Alexis Tsipras e Yanis Varoufakis.  Hoje, pode ler-se que o nazi de serviço mandou calar os governantes gregos. Veremos se são "obedientes", mas duvido!!!... 


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Os irresponsáveis


Por vezes a falta de motivação faz-nos abandonar sonhos, que se transformam em utopias. É, pois, para mim, uma utopia a melhoria na governação levada a efeito pela gente que compõe o governo mais invertebrado que este País alguma vez teve. Pela gente menos séria e mais aldrabona para com os seus concidadãos, que alguma vez governou este pedaço de terra. Gente essa que comemoram a 17 de  Maio a saída da troika com vinhos e champanhe depois espoliarem o povo com roubos nos vencimentos e pensões de reforma, roubos nos direitos sociais, das inúmeras falências, dos despedimentos, da flexibilização das leis de trabalho permitindo o trabalho escravo, da aldrabice sobre as percentagens do desemprego, da emigração de mão d'obra qualificada. Os "bons serviços" continuaram ao deixar-se morrer pessoas por falta de resposta dos hospitais públicos, com uma grave epidemia de legionella, com uma "modernização" da justiça que a tornou inacessível ao comum do cidadão, com uma estagnação da mesma por 2 meses, com um atraso de 2 meses e meio na colocação de docentes, com o roubo da dignidade deste povo. Tudo isto sem responsabilidades apuradas, logo, sem demissão de ninguém, o que põe à vista de todos que estas más práticas de governação provêm de irresponsáveis. Hoje constata-se que de nada valeu todo este sacrifício do povo, porque a arrogância dos ministros de caca, a ignorância e estupidez camufladas de sabedoria, fizeram com que a UE "parisse" hoje este fenomenal documento. Tudo isto sob o beneplácito do sr. Silva, Presidente do PSD, CDS-PP, BPN, BES e Pav. Atlântico.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

A incompetência!....


Neste desgraçado país, a incompetência chegou aos limites. A justiça não funciona, o ensino está a menos de meio gás e, quanto à saúde é bom que se consiga conservá-la. Somos dos que pagamos mais impostos e mais elevados na Europa, e os direitos cada vez são menos. Mas a despesa aumenta, sabemos todos com o quê!!!... Se o Coelho não viesse para o desgoverno habituado a trabalhar à sombra de compadres, entenderia que numa empresa privada não se pode ter um sistema informático sem funcionar durante meses, esse prejuízo seria incomportável para o empresário e o responsável pelo sistema seria corrido por incompetência . Se nessa empresa necessitassem de contratar pessoal especializado e não o conseguissem, o responsável pelos recursos humanos seria banido dos quadros. Isto se fosse numa empresa privada. Mas no Estado que todos pagamos, pode-se admitir a incompetência e tolerar a permanência de responsáveis que nada produzem, para além de reformas dúbias e concursos fraudulentos. Desde o dia 1 de Setembro que os cidadãos estão sem direitos assegurados, com o País em estado de citius, logo, a Constituição da República não está a ser cumprida. Igualmente, a 1 de Setembro os docentes deviam estar colocados para, atempadamente, assegurarem o início do ano lectivo. Estamos a 13 de Outubro e não houve milagre de Fátima. Milhares de alunos continuam sem professores, os concursos continuam engatados - com um docente a receber 75 colocações, pasme-se!, e outros a serem colocados em 2 ou mais horários/escolas. Famílias a receberem ameaças de despedimento porque não tendo a quem deixar os filhos se vêem na necessidade de ficarem com eles em casa, e docentes exaustos com esta incompetência/ignorância/ignomínia e, mais uma vez a Constituição da República a não ser cumprida no que ao ensino público diz respeito. Infelizmente, os sindicatos andam adormecidos e, muitos sindicalistas a viverem à sombra da bananeira, em vez de comunicarem estes crimes contra os Direitos Humanos ao respectivo tribunal Europeu!...
Quanto ao "presidente" desta empresa ranhosa que se chama Estado, que lidera uma equipa a que se chama (des)governo, se corresse com os ministros responsáveis por este descalabro seria a constatação da incompetência generalizada dessa equipa, que contratou "especialistas/aparelhistas" recém licenciados a ganharem brutais vencimentos e que, por inexperiência não percebem um cú de nada. Estamos, assim, entregues a cabeças de caca, a corruptos, a compadrios, a mafiosos que nos lixam e a quem pagamos principescamente para o fazerem.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O Frankenstein...

 
...que diz representar o País e defender a Constituição da República, andou hoje aqui por perto a botar faladura. Em Tomar disse que "os partidos têm que se habituar a trabalhar em conjunto" etc. e tal, na tentativa de passar uma esponja sobre um passado recente em que ele próprio promoveu precisamente o contrário. Claro que hoje, para ele, os partidos trabalharem em conjunto significa que o PS deverá vergar-se à vontade e aos ditames da coligação PSD /CDS e ser cúmplice das medidas de austeridade que "vão para além da troika"!!!... Se as políticas governativas estão no bom caminho, a maioria, precisamente porque o é, não precisa de consensos partidários. Acontece que por uma qualquer arte de mal dizer(?), hoje foi a vez da OIT vir afirmar que as políticas em Portugal estão mal. O pior é que a vergonha do desgoverno e de quem o protege do alto do seu pelouro é nula!....

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O "irrevogável"...

 
...ministro Paulinho das feiras e dos idosos, veio hoje a público afirmar que "Portugal pode estar a poucas semanas de saber oficialmente que saiu de uma recessão técnica". Este urubu que afirmou no seu comunicado de demissão que "ficar no Governo seria um acto de dissimulação. Não é politicamente sustentável, nem é pessoalmente exigível...", continua a perpectuar o acto de dissimulação, a sentir-se feliz com o esmagamento dos mais fracos, que dizia defender. Se estamos a semanas de sabermos que saímos de uma recessão técnica, porque mantêm os cortes aos aposentados e função pública???.... Claro que lhe é mais fácil aplicar medidas de austeridade aos indefesos do que aplicar impostos às grandes empresas, que têm a capacidade económica de meter o estado em tribunal sem se preocuparem com a duração e custos dos processos. O "irrevogável", o "dissimulado" no seu melhor, usando o mesmo tipo de falinhas mansas que a raposa usou para o corvo!!!....

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O GRANDE ROUBO...

 
... explicado aos portugueses e aos outros!... Entenda-se por "portugueses" os governantes, os banqueiros, os grandes empresários e os "bem reformados". Entenda-se por "outros" os restantes cidadãos, o povo, torturado e roubado todos os dias com reduções brutais dos custos com a assistência médica, educação e justiça, a par com o aumento infame de impostos directos: mais contribuição audiovisual, IUC, etc., etc., etc.; os aposentados e funcionários públicos que vão sofrer mais roubos vergonhosos. O empobrecimento, a austeridade são o caminho para quê? os portugueses acreditam que depois dos roubos que não resultaram feitos até agora por este desgoverno em nome da recuperação económica, mais do mesmo vai resultar???....claro que não!...irão resultar numa maior contração da economia, numa maior diminuição dos impostos sobre o consumo e num maior inferno, isso sim!!!...

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Os aposentados e reformados...

 
".... são os novos judeus da Europa, querem a nossa liquidação final, querem-nos mortos sem tratamentos, à fome e ao frio."
São estes os desígnios dos troikos aplicados pelos miguéis de vasconcelos, vassalos alapados no desgoverno, filhos das pedras que os pariram, que se preparam alarvemente para roubar familiares e amigos idosos, para além de todos os outros, aproveitando o silêncio cúmplice de muitos que confiada e orgulhosamente lhes deram o voto que hoje lhes permite vilipendiar os seus direitos.  É a sabujice levada ao extremo para com os idosos!!!... Esta escumalha fede, são os "yes men" dos interesses capitalistas de uma minoria, o espelho do maior aldrabão que alguma vez governou este país,  da ovelha ranhosa que tudo prometeu mas tudo rouba!!!...

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Terceira derrota...


in "Público"
Este terceiro chumbo do Tribunal Constitucional, desta feita sobre a "inventona" da mobilidade na FP, só prova que esta gente gostaria que não existisse uma Constituição da República, ou melhor, que esta fosse moldada à sua imagem e semelhança. Mas também não se ralam nada por legislarem à margem da mesma, a ver se passa. Segundo eles, o País ficará melhor depois de empobrecido, vendido e vilipendiado e, para o efeito dividem para reinar: função pública para um lado, privados para o outro. Para além da coligação, foi também a vez de Santana Lopes tentar fazer algum jogo de cintura na universidade de verão do PSD (ficam cá com uma lábia!...) relativamente à decisão Tribunal, com a teoria de que este deveria "fechar os olhos" porque o País vai mal. O "errodeputado" Paulo Rangel anda por cá a passear, aproveitando para nos informar (que incultos que somos!...) que o "TC tem uma visão demasiado conservadora"... como se as aberrações que saem da cabeça daquela gente que ganha balúrdios para nos roubar fossem evoluídas!....Conclui-se, então, que para todos estes invertebrados, podia-se rasgar a Constituição, ou arquivar-se na Torre do Tombo, desde que mantenham os seus jobs e vencimentos intocáveis!....Já agora, com que direito esta gentalha que tenta governar à margem da lei, continua legalmente no poder???....

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A crise nos EUA

in CM
Lá como cá, a economia não vai de vento em popa. Há uns tempos que os EUA viviam na pasmaceira de não meterem a foice em seara alheia, chegou o momento (segundo eles!) dos moralizadores de serviço (re)entrarem em funções. Há que manter o negócio das armas e, de preferência com bons lucros, como aconteceu no Iraque, Afeganistão, etc., onde perderam as guerras e não só!...Prevê-se que, com a evolução tecnológica, a intervenção dos EUA na Síria seja, certamente, uma guerra de carregar em botões, quase tipo jogo de pc. Se assim for, também não terão em conta os danos colaterais em civis. A agravar o cenário, a Rússia já se colocou ao lado dos Sírios. Por mim, tão criminosos são os que lá estão, como os que para lá vão!....Andam todos à procura de sarna para se coçarem e, se calhar ainda sobra para quem a não procura!!!...

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Omeninobem...

...nesta altura um convencido, um naif, mas, então como hoje, tão narcisista, tão cheio de si próprio....
As mudanças de opiniões vêm da dialética???...
 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Quem diria....

imagem" roubada" e identificada
... que Manuela Ferreira Leite viria a terreiro dizer "Há uma quebra de confiança fatal entre os cidadãos e o Governo e há obviamente uma violação de um contrato. O Governo tem tratado os aposentados de forma cruel. É quase desumano", disse. "Ainda por cima com as nossas taxas de desemprego, especialmente nos jovens. Como é que este país está tão calmo com 40 e tal por cento de desemprego? É porque eles têm uma base familiar que os mantém".  Mas a quadrilha não abre os olhos, continua às cegas, qual touro a investir contra o capote do toureiro. Por outro lado, o constitucionalista Jorge Miranda afirmou à agência Lusa que a diminuição retroactiva de pensões contributivas é "manifestamente inconstitucional" e uma "violação do princípio da protecção da confiança e do direito de propriedade". Os irracionais, sem olharem às pessoas nem aos seus direitos, ainda vão gastar uns milhares em pareceres feitos à medida, tipo fato "Armani". O país está farto desta corja de vampiros que já não atacam só de noite, "chupam o sangue fresco da manada" a qualquer hora, sem vergonha.  Certamente têm o sustento dos seus familiares assegurado com tachos e panelas e não têm por perto aposentados, reformados, pensionistas ou...excedentários, que deve ser o termo utilizado no quotidiano do desgoverno. Como irracionais que são, esquecem que foi graças a esses que tanto hostilizam que adquiriram as ferramentas que agora utilizam não de forma profíqua e meritória, mas como arma de tortura. Portugal está, a cada dia que passa, mais perto da ditadura ou de ser uma colónia nazi.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Já desconfiava....

 
... mas hoje fiquei com a certeza, certezinha, que o TC ajuizou em causa própria. Um dos ítens para o qual foi pedida a verificação da constitucionalidade foi em relação à CES, sendo que este era um dos pontos que se esparava ser considerado inconstitucional por recair somente sobre pensionistas e aposentados. Em relação a este tema, o TC veio com a teoria que a CES vem equiparar o vencimento dos aposentados aos funcionários públicos no activo,  o que não é literalmente verdade, primeiro a CES é mais penalizadora porque progressiva em função do valor das pensões, segundo porque os aposentados já completaram o seu percurso contributivo, terceiro porque jamais poderão progredir na carreira. "Esqueceram-se" os juízes do TC foi de informar o povo que a CES não afecta os magistrados e diplomatas jubilados - termo só aplicado a alguns aposentados- os mais finos, uma vez que estes têm as pensões indexadas aos vencimentos dos seus pares no activo. E 'prontus', cá está o exemplo de mais uma situação da equidade que nos rege, desta vez abençoada pelos que dizem ser isentos, defensores da Constituição em defesa da igualdade de direitos dos cidadãos.
Esta denúncia surgiu hoje de manhã no DN e no Jornal de Negócios, mas foi rapidamente escondida e substituída pelas patacoadas do costume, até porque com ela estavam a destoar dos outros jornais!..Lá consegui "caçá-la" só porque a vi de manhã. Veio, aliás, confirmar o que eu já desconfiava!!!... Assim vai este triste país, mais a sua 'privilegiada' justiça de m****!!!...

domingo, 17 de fevereiro de 2013

As relvas...

...são uma verdadeira delícia para os coelhos, de tal forma que se os coelhos tiverem possibilidade de escolha, optam por viver no meio delas, nem que sejam daninhas. Aí constroem as suas luras e se tornam parasitas dessa comida fresca. Por outro lado, as relvas aproveitam o "tasquinhanço" para se irem renovando, criando novos rebentos, novos elos, agarrarem-se ao que podem. Estão, assim, dependentes. Os jovens andam danados com as relvas e com os coelhos, preferem a areia da praia e outras carnes, como tal, hoje, quando apanharam relvas a jeito, chamaram-lhe o que lhes apeteceu e, “Governo, gatuno, assim não há futuro.” etc, etc. Na sequência de propagação das benfeitorias do relvas (para além de alimentar coelhos!), informou hoje na Comissão Nacional da Juventude  que "Estado vai facilitar o regresso dos jovens à agricultura". Como? Pois, relvas não explicou e o Ivo Santos, presidente da CNJ, também não sabe como irá decorrer este regresso. O relvas fugiu ao assunto falando no "programa impulso jovem" que os jovens também não sabem o que é e para que serve, mas que está aí para relançar sabe-se lá o quê, como e quando.
“Não nos devemos resignar a um país desertificado e envelhecido. Muitos jovens querem regressar à agricultura e o Estado pode e vai ter um papel para facilitar esse regresso”-disse. Muitos jovens para a agricultura? realmente é esse o curso que a maioria emigrada tirou?!... "país desertificado e envelhecido???...mas não foi este mesmo governo de relvas (através de Alexandre Mestre- Sec. de Est. do Desporto e Juventude) que veio avisar os jovens que "se estamos no desemprego, temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras"???...(para mim é mais "zona de conflito"!!!... ) Nesta linha, quem tiver memória curta, até já esqueceu que foi o actual "fantasma de Belém"que  recebeu em tempos milhares de milhões de Bruxelas e os utilizou para acabar com a agora abençoada agricultura, a pesca, enterrando-os em alcatrão e betão, sendo que estes produtos nem se vendem nem trazem riqueza senão àqueles que nesse tempo, à pála dos amigalhaços e compadres fizeram negociatas do arco da velha.  É bom que, cada vez que relvas, coelhos, portas, gaspares, franquelins e arlequins desmiolados, gatunos e oportunistas saírem à rua, se deparem com a raiva do povo que lhes sustenta as mordomias.
PS: Continuo a gostar de passear em cima da relva, mas há relvas que nem me atrevo a pisar com medo sujar os pés ou de me envenenar!....

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Novo ano, novos assaltos....

imagem "roubada" e devidamente identificada

....que infelizmente continuam. Aproveitaram o último dia do ano velho que, "generosamente" ofereceram como "ponte" tapando o sol com a peneira, enquanto inconsequentemente retiram feriados, para lançarem mais um ataque aos direitos dos trabalhadores em geral: descida da indemnização por despedimento de 20 para 12 dias, à revelia da concertação social. Mais uma traição aos trabalhadores, enquanto estes esperavam o fim de um ano velho cheio de austeridade e incertezas. É que quanto mais nos roubam, menos resultados se vêem, e o peso do estado e dos desvarios dos estadistas que de nada prescindem e de tudo se aproveitam, para chupar o sangue do povo até nada ficar, continua como sempre: igual e inaterável. Nada aprende, esta corja arrogante e impreparada, a não ser aperfeiçoar os métodos de roubo e de traição. Veremos até quando estes "miguéis de vasconcelos" se irão aguentar, até quando o povo atura esta falta de escrúpulos cuja justificação, até hoje, não serviu em nada para atingir o objectivo final: diminuição da dívida.
Ah, já agora, o "pai" desta seita publicou o OE, afirmando que vai pedir a fiscalização de alguns itens, mas será que ousou chamá-los à razão em tempo útil? É que o académico Gaspar não percebe nada da realidade de um país; Portas deixa-se andar ao sabor da onda, não lhe fuja o tacho! e o que fala em nome de todos eles só diz o que lhe manda o Gaspar, falando os 2 a uma só voz, de forma robotizada e inhumana. É a porcaria de governo que temos!..
Os fins nem sempre justificam os meios, no caso concreto de Portugal, os meios não estão a ajudar a atingir o objectivo, mas....a inteligência não lhes chega para mais!!!......

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O novo franchising...

 
Segundo notícias ultimamente avançadas pelos media, o ministro Nuno Crato continua muito empenhado em importar o sistema educativo da Alemanha no que respeita ao encaminhamento de alunos em tenra idade para vias profissionais /vocacionais, método que os pedagogos alemães contestam, pela iliteracia que acarreta. Tendo nós por cá também um elevado índice de iliteracia e abandono escolar, a descriminação de alunos em tenra idade levando-os a optar por vias profissionais, irá certamente agravar estes factores . É bom que os pais estejam atentos, que não permitam a exclusão dos seus filhos de turmas consideradas "normais" para serem integrados em turmas de via profissional. Pasmo como a até agora obrigatória inclusão de alunos com NEEs (Necessidades Educativas Especiais) passou a ser uma treta, promovendo-se afincadamente a palavra exclusão como futuro lógico para esses alunos, assim como para todos os outros que, por motivos do foro emocional ou sócio-educativo que muitas vezes lhes são exógenos e que geraram duas retenções no seu percurso educativo até ao 6º ano de escolaridade. Nuno Crato assinou hoje na Alemanha o "franshising" para importar o modelo de ensino profissional alemão, que irá permitir que na mesma escola cohabitem turmas de meninos "espertos" e turmas de meninos "burrinhos", sendo que para estes últimos estarão reservados rumos com menos oportunidades. Quanto menor a cultura de um povo, melhor se manobra e controla. A igualdade de oportunidades para todos ficará assim  seriamente comprometida logo a partir da infãncia. São estas as práticas de um ministro que em tempos teve um cérebro que agora subverteu, passando a comportar-se como um molusco, daqueles que deixam um rasto de ranhoca por onde passam.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Ulrich foi eleito pelo povo?

 
Parece que temos mais um governante no país, um não eleito!...daqueles que está com medo de ficar sem o tacho; daqueles que ganham acima do vencimento ou da pensão dos comuns mortais que lhe vão depositando o dinheiro das suas poupanças nas mãos para que ele possa especular com o mesmo,  aproveitando-se e servindo-se de todo um povo, para vir afirmar que este ainda aguenta mais austeridade. Mandatá-mo-lo? Não! Ele sabe o que o povo está a passar? Sente? Não! está acima de todos, nos seus pedestais, de onde bota faladura sobre a austeridade que não sente no pêlo nem sabe o que é senão através do dicionário. Como pode ele avaliar o que o povo grego está a passar se não tem sensibilidade para sentir o seu próprio povo? Fernando Ulrich é um dos vampiros de serviço, um dos mandatário das forças do capital que querem chupar-nos o  sangue até à exaustão. Fernando Ulrich não vê mais que os lucros do seu banco, o BPI, contra tudo e contra todos ou, melhor dizendo, apesar do sofrimento de todos. Fernando Ulrich é um dos traidores associado ao bando que explora o sofrimento do povo português. Quem tem conta no BPI que o mande à m***** e encerre a dita. Não merecemos gente desta em solo português.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Troll(ices)s...


Trolls (desenho de John Bauer)
Os constitucionalistas estão contra as "trollices" que os Trolls do desgoverno vieram apregoar, dirigindo-se todos eles ao PR (Troll-mor) para que este avance com o pedido da verificação da constitucionalidade das mesmas no TC. Se os constitucionalistas estão assim tão arrepiados, como é que o Trollgaspar acha que estará o povo???... com que direito afirma que os portugueses estão "dispostos a despender esforços e a fazer sacrifícios", sem nada perguntar a quem já os fez ao longo da vida e continua a fazê-los no dia-a-dia? Onde estão os sacrifícios, a solidariedade, a equidade da malta do desgoverno? Chocou-me fortemente a convicção deste troll de que o PR não irá pedir ao TC a verificação da constitucionalidade das medidas propostas. Os dados estão lançados e, pelos vistos, o jogo já está viciado à partida!!!...

Estas bestas...

 
...que por cá temos a mandar no povo não demonstram ter sentimentos. Dizem que procriam e que alimentam a filharada, mas as bestas vivem em manadas, onde se protegem umas ás outras. Criam clãs, lojas secretas, lobbies, parcerias, sociedades anónimas entre empresas, hospitais privados, seguradoras, colégios, enfim, um sem número de benesses que fazem com que o Poder esteja controlado pelas bestas que se deleitam a esmagar o que podem.
Do outro lado estão então os humanos, que esses sim, muitos esmifraram-se para darem um curso, habilitações ou profissões dignas aos filhos e sentem que estes não têm futuro, ou estão no desemprego, ou já emigraram. A maioria dos humanos ganha os seus vencimentos com esforço e suor, pagando brutais impostos para trabalharem; outros já o fizeram, pagando igualmente durante uma vida de trabalho o que lhes foi exigido. As bestas dizem agora que os humanos ganham de mais, que têm vida farta, que passeiam muito e comem melhor e que isso não pode ser, têm de arrepiar caminho e viverem na miséria, porque ser miserável é ser digno; viver doente é ter sorte; não estudar é evoluir. Como tal, hoje, Dia Internacional das Catástrofes (11 de setembro)- digo eu! vieram dizer que os humanos têm de empobrecer ainda mais, têm de definhar ou morrer.
As bestas continuam a atacar e não há quem lhes dê caça.
 
Links retirados do "Público":
Governo espera que corte da TSU crie 50 mil empregos - se não há dinheiro para escoar o produto interno, para que criam as empresas mais emprego?

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Este vive no séc. XVIII


Tão evoluído que Gilles Simon, nº 13 do ATP (ténis) se revela, ao entender que na modalidade os homens devem ganhar mais que as mulheres. Com este sentimento de superioridade e de alter ego, não se entende como é que não consegue ascender ao 1º lugar do ranking. Se as mulheres estão integradas na modalidade e ele não gosta de as ver, tem bom remédio, assista aos torneios masculinos, mas não tome atitudes xenófobas que, nos dias de hoje já não se justificam. Coitadito!!!...um sapo que julga (não pensa!) ser um príncipe.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

O "santinho" de quem se fala....

imagem identificada e "roubada"
Miguel Relvas e Silva Carvalho

Já se tinha percebido que gasta mais do que deveria, que o poder lhe subiu à cabeça, e que ninguém de bom senso engoliu as suas explicações sobre as "secretas", agora...surge a confirmação de que é um dos que vieram mesmo para "fazerem melhor" que os anteriores.

COMUNICADO DO CONSELHO DE REDACÇÃO do Jornal "O Público" sobre MIGUEL RELVAS
 "A jornalista Maria José Oliveira pediu ao Conselho de Redacção que analisasse uma série de episódios ocorridos na passada quarta-feira, na qual o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, queixou-se ao jornal de estar a ser perseguido, ameaçando a jornalista e o PÚBLICO se fosse publicada uma determinada notícia, relacionada com o caso das “secretas”. A notícia não foi publicada.
O CR ouviu a jornalista, a editora de Política e os directores Bárbara Reis e Miguel Gaspar e, destas auscultações, entende considerar o assunto em duas vertentes: as ameaças de Miguel Relvas e a não publicação da notícia.
 As ameaças
 As ameaças foram confirmadas pela editora de Política, que recebera um telefonema de Relvas depois de Maria José Oliveira ter enviado ao ministro questões para uma notícia de follow-up às incongruências das declarações do governante ao Parlamento,
um dia antes. Relvas terá dito que, se o jornal publicasse a notícia, enviaria uma queixa à ERC, promoveria um “black out” de todos os ministros em relação ao PÚBLICO e divulgaria, na Internet, dados da vida privada da jornalista. Estas ameaças foram reiteradas num segundo contacto telefónico.
 A editora de Política afirma que, ao longo dos anos, sempre recebeu ameaças de governantes e sempre as tratou da mesma maneira, ignorando-as. De qualquer forma, a jornalista foi informada pela editora do teor da conversa com o ministro e ambas, a pedido da jornalista, levaram o caso à directora Bárbara Reis, que não atribuiu relevo às ameaças, por também lidar com situações do género com muita frequência.
Posteriormente, Miguel Relvas falou com Bárbara Reis, a contestar o conteúdo da notícia saída no papel naquele dia, sobre a qual a jornalista pretendia fazer um followup. A directora não interpelou o ministro sobre as ameaças feitas no telefonema à editora. Até ontem, quinta-feira, a direcção editorial não tinha tomado posição, nem feito qualquer diligência sobre as ameaças em si. Segundo a directora, é um assunto que tem de ser tratado com calma, e não “a quente”. O director Miguel Gaspar considera que o caso é grave e vai ser tratado pela direcção.
 O Conselho de Redacção é da opinião que ameaças como aquelas, vindas de um dos ministros mais importantes do Governo e que, além disso, tem o pelouro da Comunicação Social, não deviam ter sido tratadas como se fosse um episódio normal, igual a tantos outros. Pelo contrário, o CR considera que as ameaças, cujo único fim era condicionar a publicação de trabalhos incómodos para o ministro, são intoleráveis e revelam um desrespeito inadmissível do governante em relação à actividade jornalística, ao jornal PÚBLICO e à jornalista Maria José Oliveira. Mostram, ainda, uma grosseira distorção do comportamento de um governante que, ao invés de zelar pela liberdade de imprensa, vale-se de ameaças – um acto essencialmente cobarde – para tentar travar um órgão de comunicação social que cumpre o seu inalienável papel de
contra-poder.
 O PÚBLICO teve três oportunidades para lidar com as ameaças: no primeiro telefonema à editora de Política, numa segunda conversa telefónica com a directora e nas próprias páginas do jornal do dia seguinte, através de uma notícia, um editorial, uma nota da direcção, ou qualquer outra forma pela qual o PÚBLICO manifestasse o repúdio pelos actos do ministro, que é de manifesto interesse público divulgar. Os portugueses têm o direito de saber quem é e como age o seu ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, e o PÚBLICO tem a obrigação de revelar este triste episódio, no âmbito da cobertura que tem feito do caso das “secretas”.
Nada, no entanto, foi feito nem no dia em que as ameaças foram proferidas, nem no dia seguinte. Editores e directores têm toda a legitimidade para tratar dos assuntos sob a sua tutela de acordo com o seu modo e juízo pessoal. Mas, neste caso, o jornal
falhou ao não repudiar imediata e publicamente a inaceitável atitude de pressão daquele que é considerado o “número 2” do Governo da República. O PÚBLICO não pode nunca aceitar, calado, tal tipo de pressões e é lamentável que o tenha feito.
 Os elementos do CR irão estudar o caso com o advogado do jornal e com o Sindicato dos Jornalistas para definir acções futuras junto das entidades competentes.
 A não publicação do artigo
O artigo que não chegou a ser publicado era um follow-up da notícia que apontava incongruências no depoimento de Relvas no Parlamento, publicada no papel naquela quarta-feira. Maria José Oliveira enviou ao ministro perguntas que não tinham sido
feitas ou respondidas no Parlamento. O resultado foi uma notícia cujo “lead” era o de que o ministro se recusava a esclarecer ao PÚBLICO sobre as incongruências, acrescentando mais alguns detalhes sobre as mesas.
A editora de Política, antes de receber o telefonema do ministro, disse que não valeria a pena publicar a notícia no papel, pois não trazia nada de substancialmente novo em
relação ao que já tinha sido escrito. A editora reiterou várias vezes ao CR que decidira não publicar no papel antes do telefonema de Miguel Relvas, com as ameaças. Não se opôs, de qualquer forma, que fosse publicada no online, porque o texto que constava
na edição escrita do jornal (e onde eram já mencionadas as incongruências nas respostas do ministro) não estava disponível na edição electrónica.
Segundo a directora Bárbara Reis, a relevância do artigo levantou dúvidas desde o meio da tarde junto dos editores do online. A jornalista foi questionada várias vezes sobre a redacção da notícia ao longo da tarde e o próprio texto que saíra no jornal
naquele dia foi alvo de reconfirmação, na sequência de um telefonema de Miguel Relvas à directora a dizer que a notícia era falsa. A direcção confirmou que a notícia já publicada no papel estava correcta.
 Só já à noite é que o director Miguel Gaspar, a quem o assunto foi passado horas depois de ter sido discutido por editores e pela directora, decidiu não publicar a notícia. Miguel Gaspar disse ao CR que a decisão baseou-se única e exclusivamente na sua interpretação de que dizer apenas que o ministro não respondera ao PÚBLICO não era uma notícia – em consonância com opiniões já expressas pela directora e pela editora-substituta do online. A editora de Política, como referido, não se opôs à notícia sair no online, dizendo ao CR que não interfere na edição electrónica. Miguel Gaspar afirmou ainda ter sugerido à jornalista que continuasse a investigar o caso, fazendo eventualmente um trabalho mais sistematizado, com mais dados, sobre as
incongruências do ministro Miguel Relvas.
 Os membros do Conselho de Redacção consideram que existia relevância noticiosa no texto de Maria José Oliveira, que fez o que qualquer jornalista deve fazer: não deixou cair a história e trabalhou para aprofundá-la, procurando esclarecimentos junto do ministro.
O CR é da opinião que, mesmo que os telefonemas do ministro não tenham tido aqui qualquer influência, a não publicação da notícia passará a imagem para fora, quando o assunto vier a tornar-se público, como é expectável, de que foi justamente isto o que
aconteceu: que o PÚBLICO vergou-se perante ameaças do “número 2” do Governo.
Independentemente da mais-valia de se aguardar por um follow-up mais aprofundado, a publicação da notícia, juntamente com a divulgação pública das pressões do ministro, teria certamente evitado este possível dano na imagem de independência do
PÚBLICO, imagem esta que o jornal tem o dever de preservar.
 Bruno Prata
 Clara Viana
 João D’Espiney
 João Ramos de Almeida
 Luís Francisco
 Luís Miguel Queirós
 Ricardo Garcia
 Rita Siza