terça-feira, 31 de agosto de 2010

Férias III

Um Forte com muita história, lindo por dentro e por fora: o Forte de Peniche.



A cidadela do Forte iniciou-se em 1557 e ficou concluída em 1570, reinado de D. Sebastião.
Em 1580, um exército inglês de doze mil homens desembarcou na Baía de Peniche com a missão de auxiliar as pretensões do regente do reino, D. António, prior do Crato e com o objectivo de tomar Lisboa, que já se encontrava sob o domínio espanhol. Este exército britânico encontrou forte oposição nas cercanias da capital, o que os levou a retirar sem glória, reembarcando em Cascais para terras de Isabel I. Deste modo, Portugal foi abandonado pelos seus britânicos "amigos de Peniche".

Foi restaurado ao longo da sua existência, concluído definitivamente em 1645 mas, não serviu só de fortaleza, servia também de calabouço. Aqui está um parlatório (do séc. XX,claro!), do tempo em que no forte estiveram presos de "outras guerras". Não há acesso às masmorras que na maré cheia faziam com que os presos ficassem com água (gélida!) até ao pescoço.
Muito bom (hoje) passar aqui por dentro, para que as memórias não ousem esquecer a escuridão de 40 anos, terminada na década de 70.

Férias II

Foto tirada não do mais, mas de um dos pontos mais ocidentais da Europa, já fragmentado pela erosão e, pelo menos à superfície separado da "Nau dos Corvos" com alguns pousados na rocha mais pequena. Claro que fotografei da pontinha do Cabo Carvoeiro, logo eu, que detesto precipícios.


Férias I

Descobri que este forte, fotografado nesta posição me faz lembrar um barco e...klic. Onde estou???




sábado, 28 de agosto de 2010

Os "coitadinhos"

dantes era assim...
Se são um problema para os respectivos países (Roménia e Bulgária) como não o serão para os outros países? Comparar a situação de expulsão dos ciganos romenos com um "novo holocausto", como se vê pela imprensa, é uma vergonha, uma afronta ao povo Judeu, que trabalha(va)), produz(ia) e contribui(a) para a riqueza das sociedades onde se inserem. Quem assim fala, foge totalmente à causa de fundo do holocausto. Além do mais, os ciganos estão a ser "pagos" pelo governo francês para serem repatriados, não estão a ser dizimados. Os outros, os cidadãos da restante Europa, não terão, eles sim, o direito de se sentirem descriminados quando são obrigados a andar legais, enquanto esta gente passa muito bem sem isso?
Isto a propósito de que hoje estive em visita a familiares no parque de campismo de S. Martinho do Porto. Pela "casinha" onde estávamos a almoçar passou um mercedes 3 vezes, sempre em sentidos diferentes, com 4 ciganos dentro. Quando saímos do parque para irmos beber a famosa bica que normalmente se segue às refeições dos tugas, estavam 2 viaturas da polícia de intervenção dentro do parque, outra da PSP e ainda uma segunda a chegar.
Fomos até ao café, voltámos e o "estado de alerta" mantinha-se. Afastámo-nos porque a informação que corria era que iam ser expulsas famílias ciganas, e como esta gente não usa fisgas...
A minha saída definitiva do parque coincidiu com a procissão de saída de 8 carros de alta cilindrada, que puxavam 8 roulotes qual delas a mais luxuosa, todos(as) de matrícula estrangeira. Os restantes campistas estavam em silêncio a assistir à cena.
Parece então que os "coitadinhos" fizeram disparate do grande. Pelo esforço que a maioria destes que chegam vindos sabe-se lá de onde demonstra a trabalhar e o empenho que revelam a tentar manter os seus impostos em dia...toda a gente acredita que aquele exibicionismo de equipamento de campismo de luxo, foi ganho com trabalho honesto...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Adivinhem...

onde estão estes "cações" todos ao sol...Ainda não estava lá eu, claro!!!


domingo, 22 de agosto de 2010

Música de fim-de-semana

Sons re...ouvidos na calma do lazer.