Parece que temos mais um governante no país, um não eleito!...daqueles que está com medo de ficar sem o tacho; daqueles que ganham acima do vencimento ou da pensão dos comuns mortais que lhe vão depositando o dinheiro das suas poupanças nas mãos para que ele possa especular com o mesmo, aproveitando-se e servindo-se de todo um povo, para vir afirmar que este ainda aguenta mais austeridade. Mandatá-mo-lo? Não! Ele sabe o que o povo está a passar? Sente? Não! está acima de todos, nos seus pedestais, de onde bota faladura sobre a austeridade que não sente no pêlo nem sabe o que é senão através do dicionário. Como pode ele avaliar o que o povo grego está a passar se não tem sensibilidade para sentir o seu próprio povo? Fernando Ulrich é um dos vampiros de serviço, um dos mandatário das forças do capital que querem chupar-nos o sangue até à exaustão. Fernando Ulrich não vê mais que os lucros do seu banco, o BPI, contra tudo e contra todos ou, melhor dizendo, apesar do sofrimento de todos. Fernando Ulrich é um dos traidores associado ao bando que explora o sofrimento do povo português. Quem tem conta no BPI que o mande à m***** e encerre a dita. Não merecemos gente desta em solo português.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
A equidade....
a nossa despudorada justiça
Equidade é dos termos mais em voga nos últimos tempos, principalmente porque o estado, entidade que deveria tratar os cidadãos com equidade - com critérios de imparcialidade, reconhecendo os direitos de cada cidadão, entende que uns têm mais direitos, outros mais deveres e outros ainda só deveres. Há neste País uma classe de elite que enquadra banqueiros, grandes empresários, políticos de topo que é intocável, tem todos os direitos, quanto aos deveres, podem escolher os que bem entenderem porque a magistratura (classe apoiante!) trata-os com pinças (quantos deles foram já presos- e assim ficaram, por trafulhices???).
Depois há a classe trabalhadora que só tem deveres, porque os direitos, esses, vão-se diluindo a cada dia que passa: o direito à estabilidade laboral/financeira é coisa efémera, com as empresas a falirem em catadupa, e a levarem a desesperadas situações de desemprego; o direito a subsídio de desemprego é cada vez mais curto e de menor valor, porque o estado precisa de 6% ; o direito à assistência na doença é cada dia menos eficiente, sendo que até o subsídio de doença é cortado também em 5% porque o estado precisa do dinheiro dos doentes, na altura em que os medicamentos e a assistência médica mais levam; os restantes direitos vão-se diluindo lentamente....
Por fim há aqueles que sempre cumpriram com os seus devres em relação ao estado, a quem este afiançou que depois de uma carreira contributiva teriam direito à sua pensão de aposentação, a terminarem os seus dias com dignidade, e agora vêm a constatar que os seus descontos não passaram de um roubo do estado, sem direito ao extorno prometido. A estes é reconhecido o parco direito de irem sobrevivendo, e o dever de morrerem o mais depressa possível.
Toda esta situação de brutal contribuição obrigatória para o estado, sem qualquer tipo de retorno social digno (como acontece, por ex. nos países nórdicos), está a criar um clima de tensão social incomparável, mais ainda quando se fala no próximo OE 2013. A este propósito, a associação sindical de juízes considerou em 14 de outubro que este documento "não salvaguarda o princípio da igualdade na repartição dos sacrifícios e pede a fiscalização do Tribunal Constitucional". Como entretanto o estado não lhes retirou o subsídio de alojamento, considerando até que o mesmo deve continuar a não ser tributado em sede de IRS, tanto para os juízes no activo como para os jubilados e, como estes últimos são previligiados nos cortes das pensões...veremos se o pedido de fiscalização do OE 2013 avançará por parte desta associação sindical. Duvido que venham agora reclamar EQUIDADE, a "justiça" está demasiado partidarizada!!!...
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Pieguices....
imagem identificada/roubada
Infelizmente, neste país de gente desbocada, todos dizem o que querem e, se metem a pata na poça tratam de voltar atrás e darem o dito por não dito. Nas comemorações do Dia do Exército Aguiar Branco recusou-se a comparecer à missa comemorativa da data, a qual foi celebrada por D. Januário Torgal Ferreira, certamente com receio da sua homilía. Apesar de tudo, não se inibiu de falar e dizer o que não devia, ou mais do que devia, afirmando: "O nosso maior adversário é o sentimento, inegavelmente crescente, de que as Forças Armadas, num contexto de carência geral, não são necessárias". "Comentadores de fato cinzento e gravata azul, que têm do Estado e da soberania uma visão contabilística. Que enchem as páginas dos jornais e os noticiários da televisão repetindo: para que servem as Forças Armadas?". Referindo-se a este "discurso da inutilidade das Forças Armadas" como o "maior adversário" dos militares, o ministro afirmou: "É tão corrosivo, tão arriscado e tão perigoso para a segurança nacional como qualquer outra ameaça externa".
Na nota divulgada horas depois, por SMS e colocada no portal do MDN, o ministério afirma ser "totalmente falso que o ministro da Defesa Nacional tenha proferido tal afirmação", referindo-se ao título: "Ministro da Defesa acusa comentadores de serem tão perigosos como qualquer ameaça externa".
"Tendo em conta a gravidade da afirmação, erradamente atribuída, o Ministério da Defesa Nacional informa que irá solicitar a apreciação dos factos por parte da Entidade Reguladora para a Comunicação Social", acrescenta a nota.
Esquecendo que a intervenção ficou gravada, o que facilmente poderá ser tido como prova do que realmente afirmou e, depois de se ter apercebido que pôs a pata na poça, aí está o piegas, o queixinhas que arrogantemente vai fazer queixa à ERC sobre o título da notícia "Ministro da Defesa acusa comentadores de serem tão perigosos como qualquer ameaça externa", que considera abusivo por parte da Lusa. A tentar dar o dito por não dito, como já é vulgar fazer-se neste desgoverno. Ou a tentativa de calar os media "custe o que custar" junto da entidade que já protegeu o "virgem" Relvas dos ataques "injustificados" da ex-jornalista do Público. O POVO está realmente bem servido em todos os quadrantes, oh se está!!!!......
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
A lixívia....
Este produto, até há bem pouco tempo servia só como um bom desinfectante doméstico ou de espaços públicos fechados. Servia também para tirar as manchas/nódoas da roupa branca, sendo que, entretanto, surgiu uma nova lixívia que permite tirar as nódoas da roupa de cor. Com a evolução dos tempos foi-se-lhe dando uma outra utilidade diferente: passou a ser usada pelos media para tirar as nódoas de qualquer desgoverno. Segundo o "Dinheiro Vivo", em 2013 os portugueses irão trabalhar para o fisco até 3 de Junho, precisamente até ao mesmo dia de 2012. Se o OE apresentado para o próximo ano (2013) suscita tanta revolta popular, tanta oposição de fiscalistas e constitucionalistas devidamente reconhecidos, se é do conhecimento comum e reconhecimento do desgoverno que irá ser um orçamento muito mais penalizador que o anterior para todos os contribuintes, vem o Dinheiro Vivo informar-nos, candidamente, que afinal é um engano, que somos todos estúpidos, estamos enganados, fica tudo como antes. São artigos destes que descridibilizam os media e os fazem aparecer aos olhos do cidadão como pactuantes de ilegalidades e/ou de regimes menos transparentes. Com lixívia desta, atirada de forma corrosiva para os olhos dos papalvos, qualquer desgoverno fica branqueado, enquanto na realidade, o povo ficará cada vez mais anémico.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Beeemmm!!!.....
Hoje em dia lê-se cada coisa...que só me leva a crer ( e se assim for, ainda bem!), que o desgoverno está à beira de cair da cadeira do poder, como o outro.
Hoje, depois do ministro da Defesa ter afirmado que entre os militares "o clima é absolutamente sereno", o presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas veio dizer, após a reunião que motivou este comentário do ministro, que o dito "não deve ter vergonha na cara" ou "deve ter poisado agora, vindo de Marte", ao dizer que os militares "não estão descontentes".
Quando um coronel da Força Aérea fala assim do ministro da tutela...algo vai mal no "reino" de Portugal. Veremos se a coisa passa sem mais ondas, porque agora será o tudo ou nada. Ao coronel aposentado não lhe será instaurado qualquer processo interno, o ministro terá de deixar passar a "coisa" em branco (o Aguiar, claro!), constatando-se cada vez mais o evidente medo e falta de soberania deste desgoverno, da estada a prazo de um grupo de assaltantes que já perderam o respeito e solidariedade de todas as classes profissionais, de todo um povo.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Boa semana....
Como não detestei a "música" que me deram hoje, coloco aqui uma de que gosto, com votos de uma boa semana para todos os que por aqui passarem.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Os gatunos compulsivos também se abatem...
Lagarde, directora-geral do FMI, afirmou em Tóquio que "reduzir a dívida é incrivelmente difícil sem crescimento". Depois das medidas surgidas nos media em relação à brutal, insana e despudorada subida do aumento dos impostos, nomeadamente do IRS, quero ver como se restaura o crescimento neste País. Resumidamente, os portugueses irão trabalhar para entregar a maior fatia dos seus vencimentos ao ladrão estado que, supostamente, deveria ser "pessoa de bem", mas que entra pela casa dos cidadãos e lhes rouba o que é seu, impedindo-os de manterem filhos a estudar, de os alimentar, vestir e calçar condignamente, roubando-lhes a dignidade. A classe média desaparece e, com ela muitos pequenos postos de trabalho domésticos, as poupanças, o turismo interno, a restauração, o comércio tradicional, enfim, tudo o que a ela estava relacionado. O garrote é colocado no pescoço de todos os que precisam de se deslocar diariamente para os seus empregos com o aumento inqualificável dos impostos sobre os combustíveis. Os que circulam por lazer, deixarão de o fazer. A visível contracção da economia que as deslocações em viatura própria sustentam - oficinas, venda de peças para viaturas e substituição das mesmas, farão com que a insegurança volte às estradas e, as viaturas em circulação equiparar-se-ão em degradação aos níveis dos anos sessenta, com a respectiva contracção também nesta área. Sobre os aposentados, para além do desconto que penalizará os que ganham mais uns pózitos que os 1350€, o aumento de todos os outros impostos impedirá a ajuda aos seus descendentes, muitos deles casados e em aflitivas situações de desemprego, com filhos também a sustentar. Para onde caminha este País? Quem tem mão nesta pouca vergonha? Quem tem vontade de investir numa economia onde a maior fatia dos lucros passam para a mão do estado? Como querem equilibrar a situação das empresas nacionais se cerca de 90% produz exclusivamente para consumo interno e as famílias irão deixar de comprar? Estas bestas não vêem que estão a aplicar mais do mesmo (como no presente ano civil), e que essa política económica(?) se revelou um fiasco??? E ainda diz Lagarde que "é preciso deitar a crise para trás das costas"!!! Isso é bom para ela e para todos os que vivem da miséria dos povos, comem e passeiam à custa do que é dos outros. Já agora, venha a Portugal dizer isso ao PM e ao mandatário do Banco Europeu no desgoverno português.
Está a acontecer por cá precisamente o mesmo que na Grécia e, depois de verem que não resultou, a seita que nos desgoverna não passa de uma manada de bestas com palas nos olhos. De uma forma ou de outra, os gatunos compulsivos também se abatem!....
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