Segunda-feira, 19 de Março de 2012

Origens II

O jardim da Tina
Este é o caminho que vai dar mesmo à porta da Tina, uma mulher de uma humanidade espectacular, que me viu nascer e me dá a honra de ser minha amiga desde então. Ela adora flores, tem a paciência de as acarinhar e talvez em sinal de reconhecimento, todos os anos elas florescem e há sempre um jardim renascido à sua porta.



Para a Tina, com todo o carinho e um grande beijinho.

Domingo, 18 de Março de 2012

Origens I....


Não nasci na rua, mas esta é a rua onde nasci!....

O "café da Júlia", pegado à pequena mercearia de aldeia,
 que prima por ter um pouco de tudo.

Educação e cultura

in pedagogia & vida

Esta (des)governo não sabe de onde vem nem para onde vai, anda à toa no que respeita a educação (saúde, economia, etc, etc, etc.) e cultura. Desde dezembro último, estas criaturas que dizem governar Portugal têm vindo a rescindir contratos com professores de Língua Portuguesa colocados no estrangeiro. Cessaram funções até ao momento 20 professores em França, 9 em Espanha e agora mais 20 na Suíça, sendo que aqui a decisão não está a ser aceite de forma pacífica. Quer isto dizer que o (des)governo já passou para os portugueses que estão no exterior a mesma mensagem que tem vindo a transmitir aos que por cá vegetam: paguem os impostos que pagarem, no caso dos emigrantes transfiram as divisas que transferirem, gastos em educação e cultura são para reduzir. Quem quiser ter acesso às ditas, pague e frequente o ensino privado. Isto, claro, em detrimento da evolução cultural do nosso povo e, ao arrepio dos restantes países da Europa que apostam fortemente no ensino público e gratuito para todos. Mais uma triste figura desta (des)orientação política que nos submerge dia-a-dia.

Sábado, 17 de Março de 2012

A Cultura e o desemprego


Segundo informação recolhida nos media, a secretaria de Estado da Cultura vai dar um docinho(?) aos desempregados: descontos no acesso a estruturas e actividades culturais e artísticas. Para beneficiarem destes descontos os desempregados terão de comprovar a sua situação através de documento do IEFP ou documento da SS (leia-se Segurança Social).
Não deveria o estado fornecer-lhes um cartão que os identificasse, e que passariam obrigatoriamente a usar pendurado ao pescoço ou fixo na lapela, tal como aconteceu aos judeus em tempos ainda não muito longínquos? É que a curto prazo o (des)governo não tem solução para a diminuição desta chaga social  e os desempregados passarão a ser de longa duração, deixando de receber subsídio de desemprego para passarem a marcar presença na sopa dos pobres...se esta se mantiver e se, entretanto, não morrerem à míngua, como está a acontecer com os idosos. Dá jeito ao (des)governo que diminui os gastos com subsídios e pensões... beneficiando directa ou indirectamente os que afrontosamente ganham um milhão de euros por ano à custa do aumento da factura da luz. Chama-se a isto equidade social? ou será dinamização da economia? ou gozar com o pagode para o distrair da austeridade que vai para além do PEC XXV??? ...
:(

Quinta-feira, 15 de Março de 2012

Hércules


Em abono da verdade ou por ironia do artista,
há pormenores que realmente não correspondem à estatura.
;)

Segunda-feira, 12 de Março de 2012

Iliteracia


A iliteracia é um fenómeno transversal a todas as classes sociais, classe política incluída. Nestes últimos dias surgiu o caso da Lusoponte, em que o despacho do secretário de estado dos transportes deu azo a um duplo pagamento referente ao último mês de agosto, a favor desta empresa. Sem denúncia da oposição a coisa seria abafada, passava, e os tugas seriam mais uma vez roubados a favor dos que engordam indignamente.
Hoje surgiu ainda o bluff dos mil milhões para reactivação das minas de Moncorvo, cujo presidente da Câmara teve o cuidado de vir desmentir apressada e publicamente, defendendo o governo, no fim de permitir que media e munícipes andassem iludidos desde 21 de outubro último. Mais outro caso de iliteracia, desta parte do presidente da câmara de Moncorvo, que nunca soube interpretar o que foi lendo nos media, até à presente data.
Demonstrando também sofrer de iliteracia, o que é muito grave para o cargo que desempenha, está o ministro da educação (em minúsculas por opção) que, após ler o relatório da Inspecção Geral de Finanças veio apressadamente acusar a Parque Escolar de inflacionar as obras em 447%, um número bárbaro. Uma vez que o referido documento não refere esses dígitos, explicando inclusivamente a razão da inflação na reabilitação de escolas não intervencionadas há 50 anos e mais, sendo que algumas exigências são provenientes da UE, só se pode depreender que a administração da PE é para demitir e nomear mais uns boys, e que as escolas são para ruir, assim como a cultura e educação do povo. A crónica de João Oliveira explica claramente a vergonhosa e pública interpretação/perversão que o ministro Crato deu ao documento da IGF.

Passeata...

por Santiago de Compostela.